DESTRUIÇÃO MARINHA
Bom, hoje o assunto da nossa aula e sobre a poluição do ambiente marinho, todos nos já jogamos aquele papelzinho de bala incapaz de fazer qualquer mal a natureza no chão certo
Mas sabemos que isso e uma ilusão, já parou pra pensar que se juntarmos todos esses papeizinhos teremos 7 bilhões de papeis voando e sabe la onde tudo isso vai parar, mas temos noção de onde podem ir parar, o mar e um dos locais mais propícios, e gracas a esses papeis muitos animais morrem por confundirem com seus alimentos, por se enroscarem em restos de redes, plásticos e outros milhares de materiais.
Você vai dizer que não faz parte dessa crueldade, mas a verdade e que você faz, mas prefere fingir que isso não e culpa sua, ou ate mesmo que isso não acontece
Talvez você não se importe com os animais aquáticos, mas já parou pra pensar que 1% da água do planeta e potável e de que essa poluição também afeta você e o futuro dos seus filhos, netos e bisnetos.
Ja ouviu aquele ditado," tudo que vai, volta" ou "você colhe o que planta", então e disto que eu estou falando, você pode ate não acreditar, mas basta parar pra pensar e você vai perceber que estou certa.
Você vai dizer que esse papo e clichê e eu concordo, mas por ser clichê não significa que não seja verídico.
Mano tente se preocupar com o nosso planeta, pois precisamos dele para sobreviver.
terça-feira, 30 de maio de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
TEMA DA AULA: FEMINISMO
Texto retirado da internet:
As mulheres sempre foram exploradas pelos homens. Se há uma verdade que ninguém põe em dúvida, é essa. Dos solenes auditórios de Oxford ao programa do Faustão, do Collège de France à Banda de Ipanema, o mundo reafirma essa certeza, talvez a mais inquestionada que já passou pelo cérebro humano, se é que realmente passou por lá e não saiu direto dos úteros para as teses acadêmicas.
Não desejando me opor a tão augusta unanimidade, proponho-me aqui arrolar alguns fatos que podem reforçar, nos crentes de todos os sexos existentes e por inventar, seu sentimento de ódio ao macho heterossexual adulto, esse tipo execrável que nenhum sujeito a quem tenha acontecido a desventura de nascer no sexo masculino quer ser quando crescer.
Nosso relato começa na aurora dos tempos, em algum momento impreciso entre Neanderthal e Cro-Magnon. Nessas eras sombrias, começou a exploração da mulher. Eram tempos duros. Vivendo em tocas, as comunidades humanas eram constantemente assoladas pelos ataques das feras. Os machos, aproveitando-se de suas prerrogativas de classe dominante, logo trataram de assegurar para si os lugares mais confortáveis e seguros da ordem social: ficavam no interior das cavernas, os safados, fazendo comida para os bebês e penteando os cabelos, enquanto as pobres fêmeas, armadas tão-somente de porretes, saíam para enfrentar leões e ursos.
Quando a economia de coleta foi substituída pela agricultura e pela pecuária, novamente os homens deram uma de espertinhos, atribuindo às mulheres as tarefas mais pesadas, como a de carregar as pedras, domar os cavalos, abrir sulcos na terra com o arado, enquanto eles, os folgadinhos, ficavam em casa pintando potes e brincando de tecelagem. Coisa revoltante.
Quando os grandes impérios da antiguidade se dissolveram, cedendo lugar aos feudos perpetuamente em guerra uns com os outros, estes logo constituíram seus exércitos particulares, formados inteiramente de mulheres, enquanto os homens se abrigavam nos castelos e ali ficavam no bem-bom, curtindo os poemas que as guerreiras, nos intervalos dos combates, compunham em louvor de seus encantos varonis.
Quando alguém teve a extravagante idéia de cristianizar o mundo, tornando-se necessário para tanto enviar missionários a toda parte, onde arriscavam ser empalados pelos infiéis, esfaqueados pelos salteadores de estradas ou trucidados pelo auditório entediado com os seus sermões, foi novamente sobre as mulheres que recaiu o pesado encargo, enquanto os machos ficavam maquiavelicamente fazendo novenas ante os altares domésticos.
Idêntica exploração sofreram as infelizes por ocasião das cruzadas, onde, armadas de pesadíssimas armaduras, atravessaram os desertos para ser passadas a fio d'espada pelos mouros (ou antes, pelas mouras, já que o machismo dos sequazes de Maomé não era menor que o nosso). E as grandes navegações, então! Em demanda de ouro e diamantes para adornar os ociosos machos, bravas navegantes atravessavam os sete mares e davam combate a ferozes indígenas que, quando as comiam, – era porca miséria! – no sentido estritamente gastronômico da palavra.
Finalmente, quando o Estado moderno instituiu o recrutamento militar obrigatório, foi de mulheres que se formaram os exércitos estatais, com pena de guilhotina para as fujonas e recalcitrantes, tudo para que os homens pudessem ficar em casa lendo A Princesa de Clèves.
Há milênios, em suma, as mulheres morrem nos campos de batalha, carregam pedras, erguem edifícios, lutam com as feras, atravessam desertos, mares e florestas, sacrificando tudo por nós, os ociosos machos, aos quais não sobra nenhum desafio mais perigoso que o de sujar nossas mãozinhas nas fraldas dos nossos bebês.
Em troca do sacrifício de suas vidas, nossas heroínas defensoras não têm exigido de nós senão o direito de falar grosso em casa, de furar umas toalhas de mesa com pontas de cigarros e, eventualmente, de largar um par de meias no meio da sala para a gente catar.
Opinião:
O feminismo pra quem não sabe, não é o contrario de machismo, e sim a luta por igualdade entre sexos.
O texto acima nos mostra que as mulheres desde o inicio da historia são vistas como inferiores aos homens, são vistas como objetos sexuais, seres que vem ao mundo para servir e agradar aos homens, mas a historia foi construída de forma totalmente equivocada e errada.
O texto acima, na minha concepção está claramente resumindo e mostrando a nós que o mundo é machista após tantos anos de lutas de homens e mulheres para mudar isso .
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